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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Luke & Lorelai (Gilmore Girls)

 

E como primeiro casal igualmente adorado pelas duas donas desse blog, nada mais natural do que Luke/Lorelai, né? Afinal, o blog provavelmente não existiria se não fosse Gilmore Girls...

Apesar da série não ser centrada no casal, e sim no relacionamento mãe e filha de suas protagonistas, o relacionamento desses dois personagens definiu o tom de quaase todas as temporadas da série, de uma forma ou de outra..

 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Chuck & Sarah (Chuck)


Falar de Chuck e Sarah é fácil, é delicioso, é quase uma terapia... Mas eu sinto que preciso dar um aviso básico: esse post vai conter spoilers do final da 4ª temporada de Chuck, que ainda não foi ao ar no Brasil. Se você acompanha só por aqui e não quer saber, melhor esperar um pouquinho...

(da minha parte esse é o último casal que eu não tenho em comum com a Adara. A partir da semana que vem, meus posts serão de casais que ela também admira com todo o coração, o que aumenta a pressão, né, mas eu farei o possível pra sobreviver... =-P)


sexta-feira, 27 de maio de 2011

Rick Castle/Kate Becket (Castle)

Nada mais justo que, depois da Luce ter começado isso tudo com o primeiro casal que ela realmente investiu (e enlouqueceu), agora que é a minha vez eu continue com o último casal que me conquistou (faz sentido na minha cabeça).

Comecei a ver Castle sem querer. Me preparei pra não gostar da série mas foi impossível. Eu brinco com as meninas e falo que Castle é igual Chuck, ou você ama ou você odeia; e pensando bem é exatamente por aí que a coisa funciona mesmo (infelizmente elas amam Chuck e eu Castle, seria tudo mais fácil se todas conseguissem amar as duas séries, mas né... aí era pedir demais).

E Castle, como toda boa série policial/criminal/com-agentes-do-FBI-ou-da-CIA você tem dois personagens principais para criar a tensão (aqui no caso Richard Castle e Katherine Beckett), e o que me chamou a atenção é como esses dois personagens não só interagem, mas como desde o inicio existe uma atração entre eles que não é negada (não que eles se peguem logo de cara, longe disso, mas eles brincam com esse fato o tempo todo, nunca deixando o outro esquecer que se ele quiser...).

O Pilot (o episódio que vende a série pro estúdio) sempre serve para que o espectador tenha uma idéia do que seria a série, como os relacionamentos iniciais são forjados e coisas do tipo. Na maioria das vezes, os pontos principais da história não estão ali (ou eles mudam algumas coisas no segundo episódio em diante); mas com Castle, tudo que você precisa saber sobre a série está no Pilot. O jeito playboy de ser do Castle, o fato que a Beckett é fã do trabalho dele a muito tempo, o caso do assassinato da mãe dela, as relações entre o Castle e a família dele, assim como a Beckett com os detetives que a ajudam. Tudo, até mesmo a tensão inicial e a recusa (da parte da Beckett) de ceder a essa tensão são parte fundamental desse primeiro episódio.

(É por isso que agora é um tanto irônico ver que o Castle não quer mais a Beckett indo atrás do assassino da mãe dela, sendo que se não fosse por ele eles nunca teriam reaberto o caso).

Essas pequenas coisas foram o que me fizeram gostar da série e dos personagens, mas o que fez me apaixonar pelos personagens e pelo casal é o fato que eles não se completam. É fácil (e lindo, não me entendam mal), perceber na maioria das séries que os dois personagens que você quer ver juntos são tão diferentes e mesmo assim são perfeitos um para o outro pelo simples fato de serem diferentes. Tem algo um tanto quanto poético nisso tudo, o fato das suas diferenças serem aquilo que os une. E, pra mim, essa é a maior diferença em Castle.

A principio os dois não poderiam ser mais diferentes. Ele, um playboy abusado que em uma ocasião roubou um cavalo da Policia montada de New York (nu) em pleno Central Park; ela, uma detetive “by the book” em todos os aspectos possíveis e imaginários. Essa união, a primeira vista, nunca daria certo. Egos e vidas completamente diferentes. Mas, ao decorrer da primeira temporada (se é que pode se chamar de temporada uma vez que tem somente dez episódios), você já consegue perceber que os dois são na verdade mais parecidos do que ambos imaginam.

Rick Castle tem sim seus momentos de estrelismo e parece ser uma criança adulta (a five year old in a sugar rush), não levando nada a sério e flertando com qualquer coisa que tenha seios e mais de 18 anos; inicialmente é só isso que nós vemos... Mas com o passar do tempo podemos perceber que ele é muito mais “caseiro” do que parece, que ele é um pai presente e amigo (a relação dele com a Alexis é uma das coisas mais adoráveis na TV americana depois de Lorelai e Rory Gilmore), que ele se preocupa com a família dele em primeiro lugar, que não existe nada mais importante do que proteger as pessoas que ele ama e que o apóiam. E isso é basicamente a descrição inicial que seria dada para o personagem da Kate. E ela, por sua vez, depois de algum tempo mais confortável com o fato que o escritor não vai largar o seu pé tão cedo, começa a mostrar um lado mais rebelde dela (a cena em que ela conta que tem uma tatuagem é impagável), mais extrovertido e irônico.

É aí que a beleza do relacionamento dos dois se torna uma experiência rara em relação a alguns outros casais aos quais poderiam ser comparados (e não, não estou me referindo a Booth/Brennan). Eles têm diferenças, sim; mas as suas similaridades são o que os unem. Seria fácil para Beckett simplesmente descartar o Castle como infantil e irresponsável, mas quando ela passa a presenciar o relacionamento dele com a sua filha e a sensibilidade dele com o caso da sua mãe (uma das melhores cenas para descrever esse aspecto do relacionamento dos dois seria a cena final de Sucker Punch quando ele diz que não vai mais continuar com a parceria dos dois por ter passado dos limites durante o caso que os levou a achar o assassino da mãe dela – mas ainda sem saber quem pagou pelo assassinato e por que – e ela não o deixa ir embora, dizendo que quer ele por perto quando ela finalmente achar o verdadeiro culpado), ela é obrigada a rever as opiniões que tinha sobre ele; e é aí que ela começa a se abrir mais e a confiar nele como seu partner (colocar a palavra ‘parceiro’ aqui não daria o mesmo sentido que a palavra em inglês nos dá, desculpa).

Muitas pessoas dizem que o Castle mudou a Beckett. Que com a chegada dele na equipe dela ela passou a ser mais divertida, mais alegre. Eu sou uma das pessoas que não concorda com essas afirmações. Eu acredito sim que ele trouxe esse lado dela que já existia para fora. O fato deles não necessariamente se completarem não quer dizer que eles não tragam para fora o melhor que existe dentro do outro. O Castle consegue sim tirar da Beckett esse lado mais divertido e “care free”, mas não é como se ela nunca tivesse sido assim... Ela mudou muito com a morte da mãe dela e se tornou mais reclusa e séria e pessimista, e com a chegada do Castle ela se solta mais, ele faz com que ela se sinta mais confortável com esse lado da personalidade dela que antes parecia ter deixado de existir.

Mas como tudo em Castle, essa não é uma mão única. Assim como ele ajuda a transpor esse lado mais alegre da Beckett de volta a vida, ela também extrai dele um lado mais responsável e até sério, mas que também já existia antes. Eles conseguem se balancear de uma maneira em que quando o momento exige ambos estão no mesmo lugar, não um fazendo piadinhas e o outro carregando todo o peso do mundo nas suas costas... Agora eles conseguem dividir esse peso, fazendo com que a tarefa de achar assassinos e levar um pouco de conforto para a família das vitimas não seja tão desgastante, mas nunca menos importante.

O fandom de Castle brinca com o fato que nós temos palavras chave para descrever o relacionamento dos dois, uma delas – e a principal eu diria – sendo always (sempre). Eles têm sim muitas coisas em comum além da admiração pelo trabalho do outro, nessas três temporadas é possível perceber um desenvolvimento no relacionamento deles que vai além do interesse romântico, é realmente uma parceria que supera o fato de ela ter um namorado do momento e ele, enquanto a vê caída no chão baleada (para quem não viu o último episodio isso foi um spoiler), fala que a ama.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Organizando essa bagaça...

A aparição da Adara por aqui me inspirou a tentar retomar o projeto... Então eu pensei, já que somos duas, porque não dividir o desafio em dois?

Depois de muito papo e muitas ideias, os casais da nossa vida vão passar a ser posts semanais aqui no blog. É, isso mesmo, semanais. Porque a gente chegou a conclusão que se a gente não determinar datas, a gente não vai postar nunca!

Então vamos organizar... (ah, the Monica way of life... =-P)

Eu postarei às quartas feiras e a Adara postará às sextas. Cada uma vai escrever sobre nove casais (curiosidade: dos 18 casais escolhidos, só existem quatro que são exclusivos de cada uma. Os outros 14 são igualmente amados pelas duas, o que torna tudo mais bonito. Pelo menos eu acho...).

Adara (sextas feiras, começando em 28/05)

- Castle/Beckett (Castle) (postado em 27/05)
- Tim/Tyra (Friday Night Lights)
- Matt/Julie (Friday Night Lights)
- Ross/Rachel (Friends)
- Ned/Chuck (Pushing Daisies)
- Mulder/Scully (The X-Files) (postado em 03/06)
- Sydney/Vaughn (Alias)
- Lois/Clark (Smallville)
- Rory/Logan (Gilmore Girls)

Lucy (quartas feiras, a partir de 01/06)

- Pacey/Joey (Dawson's Creek) (postado em 06/02)
- Chuck/Sarah (Chuck) (postado em 01/06)
- Luke/Lorelai (Gilmore Girls) (postado em 08/06)
- Booth/Brennan (Bones)
- Peter/Olivia (Fringe)
- Sawyer/Kate (Lost)
- Tami/Eric (Friday Night Lights)
- Harry/Ginny (Harry Potter)
- Ron/Hermione (Harry Potter)

Lembrando que a ordem dos casais não é pré-determinada, porque depende muito da inspiração do momento, sabe? E, provavelmente, depois que terminarmos esse projeto (se ele realmente chegar ao fim - =-P), a gente faça um post comentando outros ships menores, mas igualmente marcantes...

Então é isso aí... O desafio (re)começa agora essa semana... Por favor, fiquem a vontade pra cobrar a gente caso a gente não poste! É fato que a gente funciona melhor sob pressão...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Pacey & Joey (Dawson’s Creek)

“I remember everything…”
(Imagem by Polly)


Acho digno inaugurar esse projeto com o que foi a minha primeira obsessão em termos de casal, né? Naquela época eu nem sabia o que era fandom, ships e coisas do gênero, mas Dawson’s Creek foi a primeira série que me envolveu a ponto de me colocar na internet atrás de notícias, foi a primeira série que me deu bons amigos (e alguns inimigos!), foi a primeira série cujos personagens passaram a fazer parte integral da minha vida e mesmo hoje, anos depois do final, eles ainda são mais do que queridos pra mim…

(curiosidade: pra quem não sabe, na época eu mantinha um site centrado nesse casal, chamado True Love Brasil. Era trabalho beeem amador, mas tinha minhas fics, minhas opiniões, fotos, vídeos… Bons tempos aqueles…)

Os casais da minha vida…

 

Acho que não é novidade pra ninguém o fato de eu ter uma certa paixão por séries de TV. Paixão essa que envolve certas loucuras, como o fato de ficar acordada de madrugada e ir trabalhar com apenas 4 horas de sono, só pra poder assistir ao episódio que acabou de terminar nos EUA…

É normal fazer análises de personagens, comentar cada atitude da vida de cada um deles como se eles fossem pessoais reais, que a gente conhece de algum canto. Porque eles são uma presença tão real na minha vida, que eu nem estranho… Patético? Talvez, mas parte de quem eu sou. Então who cares? =-P

Obviamente, por analisar constamente os personagens, eu me apego bastante a casais nessas séries pelas quais me apaixono. E me apego mesmo, torcendo pra eles ficarem juntos, sofrendo com os obstáculos, comemorando as vitórias e chorando as lágrimas deles. Como são personagens que estão constamente na minha vida, é quase como se eu estivesse dando palpites na vida dos meus amigos!

Em inglês, esse ato de torcer loucamente pra um determinado casal de uma série/livro/filme é chamado de shipping. Vem de relationSHIP (relacionamento, em inglês) e o casal que as pessoas adotam como seu preferido passa a ser o seu ship. Quando eu comecei a me envolver nesse mundo de fangirl alucinada, eu não sabia que isso existia – mas já tinha meus ships, com muito orgulho. Com o aumento de séries, aumentou o número de ships. Claro que não é com todos que eu me importo do mesmo jeito…

Alguns são queridos durante a série, mas não envolvem as longas análises, a mente viajando nos horários mais bizarros pensando nos momentos divididos pelos personagens e etc. Não é desses que eu quero falar, quero falar dos outros, das obsessões constantes, daqueles casais que dão até dor no coração (sério!), que fazem rir e fazem chorar…

Tempo livre eu não tenho, mas vontade tenho de sobra, então decidi me dar uma tarefa: vou usar esse espaço (quase abandonado, sejamos honestos) para fazer análises desses meus casais. O que me fez amá-los, o que me fez feliz e o que me fez sofrer em cada um deles. Não sei se vou conseguir terminar esse projeto – tenho tendência a deixar certas coisas de lado de vez em quando – mas prometo fazer o possível…

Fiz uma lista dos casais que mais me marcaram/marcam nessa vida de fangirl alucinada que eu levo. São esses que aparecerão aqui no blog nas próximas semanas, não necessariamente na ordem que eu coloquei aqui (até porque a ordem vai depender da minha inspiração pra escrever):

- Pacey/Joey (Dawson’s Creek)
- Luke/Lorelai (Gilmore Girls)
- Sawyer/Kate (Lost)
- Booth/Brennan (Bones)
- Peter/Olivia (Fringe)
- Ross/Rachel (Friends)
- Harry/Ginny (Harry Potter)
- Ron/Hermione (Harry Potter)
- Eric/Tami (Friday Night Lights)
- Matt/Julie (Friday Night Lights)
- Chuck/Sarah (Chuck)
- Logan/Veronica (Veronica Mars)

São 12 casais (yeah, I know) e eu provavelmente vou demorar um mês pra escrever todos eles, se eu conseguir manter o ritmo que eu estou impondo pra mim. Foi difícil pra caramba fazer essa escolha, até porque eu tive/tenho outros ships que me afetam muito até hoje mas, sejamos honestos, nunca que eu conseguiria falar de todo mundo…

Então que sejam esses… Se der certo, quem sabe eu não faço um post final com uma menção honrosa praqueles que não apareceram na lista principal, né?

Desejem-me sorte! Acho que eu vou precisar… =-P

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Intervalo...

Não, esse blog não está abandonado. Eu tenho, no momento, dois posts começados e um idealizado, sobre três séries diferentes, para colocar aqui. Dia desses eu chego lá, promessa! =-P

Estava eu vendo uma ótima entrevista da Julia Roberts na Oprah ontem e ela comentou que, quando recebeu o livro Comer, Rezar, Amar (Eat, Pray, Love - que eu ainda não li, mas pretendo ler antes de ver a adaptação que tem a Julia como estrela), assim que se deu conta do quanto aquele livro significaria para ela, foi imediatamente até o computador e encomendou uma cópia pra dar de presente pra melhor amiga, porque precisava ter alguém lendo aquela mesma história ao mesmo tempo que ela...

Achei isso mais do que fantástico, confesso! Porque eu entendo essa necessidade - aliás, eu tenho essa mesma necessidade. Afinal, a maior parte das minhas obsessões existe porque pessoas ao meu redor descobriram determinada série/filme/livro e tiveram a necessidade de ter alguém pra surtar junto....

E eu acredito que nenhuma das obsessões teria a mesma graça se eu não conhecesse pessoas que surtam da mesma maneira que eu... Há toda uma necessidade de compartilhar certas coisas, de saber que aquela mesma empolgação/raiva/decepção está sendo sentida por uma pessoa que você conhece e com quem você vai poder falar do assunto depois...

Claro, a gente nem sempre concorda em tudo - muito pelo contrário! Vira e mexe acontecem umas discussões acaloradas, com pontos de vista diferentes... Não é tão divertido como quando a gente concorda com tudo, mas não deixa de ser bom também... E, no fim, a gente sempre se acerta... Ou, quando não se acerta, é só citar um dos muitos pontos em comum (o mais acertado, sempre, é Booth/Brennan, de Bones! Fato!) que tudo fica bem...

A pergunta agora é, por que diabos eu estou falando nisso aqui? Pra explicar aquela contagem que apareceu ali no topo do blog... Dia 14 de julho eu e Adara estaremos embarcando para Fortaleza, para uma viagem que vai envolver, definitivamente MUITOS surtos coletivos com muitas obsessões...

E, de novo, eu juro que volto com posts mais sérios...