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domingo, 20 de novembro de 2011

One Day

É, faz uma década que eu não venho aqui, é bem verdade. Eu sou a rainha de começar coisas e não as terminar, então não vou nem dar desculpas pro fato de não ter terminado o projeto dos casais ou por nunca mais aparecer aqui. Vou direto ao motivo do post, personagens que me marcaram de forma inegável...


Não vou negar, fiquei sabendo sobre One Day quando fui ao cinema e vi o trailer do filme (sobre o qual eu falarei daqui a pouco). Mas eu tenho manias e assim que eu soube que era a adaptação de um livro, decidi, claro, que eu tinha que ler o livro primeiro. Iai começou a saga pra achar o livro, que eu não vou detalhar aqui. O importante é que graças a Adara, eu peguei o livro pra ler, finalmente, no final do mês passado e, seriously, me apaixonei.

(falarei sobre detalhes do enredo aqui, se você não leu o livro NÃO LEIA O POST. Sério mesmo. Não estrague a experiência!)

segunda-feira, 4 de julho de 2011

I love your sense of humor... It's wrong.

Love is you, you and me. Love is knowing we can be.

John Lennon



Sempre tem aqueles atores que te fazem ver filmes só por que eles estão no elenco... Todo mundo tem aquele ator ou atriz que faz você ver as coisas mais ridículas e absurdas da história do cinema só pelo fato deles aparecerem nos créditos.

Eu não tenho um ou dois desses atores, tenho vários. A última a entrar nessa lista (que já contém Jennifer Aniston, Julia Roberts, Josh Holloway, Lauren Graham, entre outros) foi a Stana Katic. Desconhecida no Brasil, ela é a atriz principal de Castle, uma série americana também pouco conhecida na nossa terra. Mas o fato é que eu vejo a série e não foi preciso de muito para me fazer apaixonar pela atriz.

Bom, a algum tempo atrás começaram a sair fotos e alguns teasers do seu novo filme, For Lovers Only, e o fandom de Castle enlouqueceu. O teaser não nos dizia nada do filme (era basicamente a Stana e o Mark Polish se agarrando em alguns lugares da França), mas estávamos todos esperando pela estreia do mesmo por amor a atriz.

Então o filme saiu, super indie e sem distribuidor, não chegou aos cinemas propriamente ditos e o mundo dos downloads estava aguardando a sua chegada por que essa seria a única maneira de conseguirmos assistir o filme. E eis que uma amiga conseguiu um link descente e me mandou. Como eu já estava a certo tempo atrás dele, baixei na mesma hora!

Sabe quando você chega pra ver um filme e não tem nenhum tipo de expectativa? Eu fui ver esse filme meio que desse jeito... Tinha brincado antes que o filme não tinha trama, só a Stana e o Mark se pegando enlouquecidamente pela França, e era realmente isso que eu achava que ia acontecer. Pra minha sorte e espanto, não foi nada disso que aconteceu.

For Lovers Only é basicamente uma historia de amor que não é.

Como assim?

O filme segue a French New Wave no estilo que foi feito... Cenografia, trabalho de câmera, figurino, locação, tudo. E o que é isso? É quebrar o paradigma que se tem que o filme tem que ser parado e com um certo estilo para que dê certo, é deixar o filme fluir, não se preocupar com o que se tem em volta, usar tudo e todos em prol do filme e não o contrário como hoje dia muitas vezes é como o cinema é visto. E o filme só funciona por causa disso, por causa dessa entrega, dessa falta de preocupação com o roteiro ou com a maquiagem para que você possa sentir.

Por que é isso que esse filme faz, ele faz você sentir.

Tem muito tempo que eu não vejo um filme que me dê essa vontade louca de escrever sobre ele, ou que me dê vontade de vê-lo de novo logo depois que ele terminou. E foi exatamente esse sentimento que tomou conta de mim ontem depois de terminar de ver o filme. Eu queria simplesmente apertar o play e ver tudo de novo.

Eu poderia contar sobre o que é o filme... Mas não teria a menor graça, exatamente pelo motivo que eu citei acima. Esse é o tipo de filme que você precisa assistir, e de preferencia sem saber o que está acontecendo, eu acho que metade da experiência foi essa.

Mas, voltando a primeira afirmação, o filme é realmente uma historia de amor que não é. Quem assistiu 500 Days Of Summer tem uma ideia do que pode ser isso (não comparando os dois, por favor, bizarramente diferentes, mas dá pra fazer um paralelo depois de ter visto ambos os filmes até que interessante – talvez num próximo post), aquela história que era sobre o amor e não de amor. Essas preposições fazem uma super diferença; e com For Lovers Only é a mesma coisa.

Você começa a história meio que pelo meio, mas não necessariamente pelo meio. Confuso, eu sei, mas insisto que esse é o filme para se sentir, logo, a minha explicação (como eu também já disse) é inútil. Uma historia de amor pode ter muitos começos... Você pode sim se apaixonar várias vezes pela mesma pessoa e nem sempre nos momentos certos. Você pode amar uma pessoa só durante toda a sua vida e mesmo assim o timing entre os dois pode sempre estar um pouco atrasado ou um pouco adiantado e vocês passarem a vida toda sem conseguir terem um tempo para poder viver esse amor, simplesmente serem um com o outro.

O filme acompanha uma parte? O final? Alguns dias da vida deles? Não dá pra saber ao certo... Mas o filme conta a história de Yves e Sofia, que se reencontram em Paris depois de muito tempo longe um do outro. Só essa informação dada já é o suficiente, eu acho, para que faça um pouco de sentido tudo o que eu venho falando.

Mas sim, o filme discorre a partir desse reencontro e o que flui dele, esse amor que consome os dois da maneira mais intensa possível. O filme não é necessariamente um filme sobre uma história de amor, mas sim sobre o amor. Sobre o simples estar com alguém que você ama.

É impressionante o que o filme consegue passar com tão poucos diálogos, não é um filme com um roteiro fenomenal, mas sim essencial. O pouco dialogo que existe vem para ilustrar como essas pessoas lidam mais com o mundo lá fora do que com eles mesmos... Isso nós podemos ver na maneira como o Yves toca no rosto da Sofia, ou como ela brinca com o cabelo dele quando eles estão deitados sem dizer nada um pro outro. O roteiro, ou a falta dele para algumas pessoas, é o que nos deixa perceber a intimidade dessas duas pessoas, como elas conseguem falar tantas coisas com um olhar ou um gesto, como se tudo no mundo fizesse sentido a partir do momento em que você olha nos olhos da outra pessoa. Como eles simplesmente são.

Por isso que eu repito que esse filme não foi feito para ser discutido, mas para ser sentido. No mais verdadeiro sentido da palavra.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Os casais da minha vida…

 

Acho que não é novidade pra ninguém o fato de eu ter uma certa paixão por séries de TV. Paixão essa que envolve certas loucuras, como o fato de ficar acordada de madrugada e ir trabalhar com apenas 4 horas de sono, só pra poder assistir ao episódio que acabou de terminar nos EUA…

É normal fazer análises de personagens, comentar cada atitude da vida de cada um deles como se eles fossem pessoais reais, que a gente conhece de algum canto. Porque eles são uma presença tão real na minha vida, que eu nem estranho… Patético? Talvez, mas parte de quem eu sou. Então who cares? =-P

Obviamente, por analisar constamente os personagens, eu me apego bastante a casais nessas séries pelas quais me apaixono. E me apego mesmo, torcendo pra eles ficarem juntos, sofrendo com os obstáculos, comemorando as vitórias e chorando as lágrimas deles. Como são personagens que estão constamente na minha vida, é quase como se eu estivesse dando palpites na vida dos meus amigos!

Em inglês, esse ato de torcer loucamente pra um determinado casal de uma série/livro/filme é chamado de shipping. Vem de relationSHIP (relacionamento, em inglês) e o casal que as pessoas adotam como seu preferido passa a ser o seu ship. Quando eu comecei a me envolver nesse mundo de fangirl alucinada, eu não sabia que isso existia – mas já tinha meus ships, com muito orgulho. Com o aumento de séries, aumentou o número de ships. Claro que não é com todos que eu me importo do mesmo jeito…

Alguns são queridos durante a série, mas não envolvem as longas análises, a mente viajando nos horários mais bizarros pensando nos momentos divididos pelos personagens e etc. Não é desses que eu quero falar, quero falar dos outros, das obsessões constantes, daqueles casais que dão até dor no coração (sério!), que fazem rir e fazem chorar…

Tempo livre eu não tenho, mas vontade tenho de sobra, então decidi me dar uma tarefa: vou usar esse espaço (quase abandonado, sejamos honestos) para fazer análises desses meus casais. O que me fez amá-los, o que me fez feliz e o que me fez sofrer em cada um deles. Não sei se vou conseguir terminar esse projeto – tenho tendência a deixar certas coisas de lado de vez em quando – mas prometo fazer o possível…

Fiz uma lista dos casais que mais me marcaram/marcam nessa vida de fangirl alucinada que eu levo. São esses que aparecerão aqui no blog nas próximas semanas, não necessariamente na ordem que eu coloquei aqui (até porque a ordem vai depender da minha inspiração pra escrever):

- Pacey/Joey (Dawson’s Creek)
- Luke/Lorelai (Gilmore Girls)
- Sawyer/Kate (Lost)
- Booth/Brennan (Bones)
- Peter/Olivia (Fringe)
- Ross/Rachel (Friends)
- Harry/Ginny (Harry Potter)
- Ron/Hermione (Harry Potter)
- Eric/Tami (Friday Night Lights)
- Matt/Julie (Friday Night Lights)
- Chuck/Sarah (Chuck)
- Logan/Veronica (Veronica Mars)

São 12 casais (yeah, I know) e eu provavelmente vou demorar um mês pra escrever todos eles, se eu conseguir manter o ritmo que eu estou impondo pra mim. Foi difícil pra caramba fazer essa escolha, até porque eu tive/tenho outros ships que me afetam muito até hoje mas, sejamos honestos, nunca que eu conseguiria falar de todo mundo…

Então que sejam esses… Se der certo, quem sabe eu não faço um post final com uma menção honrosa praqueles que não apareceram na lista principal, né?

Desejem-me sorte! Acho que eu vou precisar… =-P

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cisne Negro

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Apesar de não ter nenhum tipo de ligação com o mundo da dança, esse filme chamou minha atenção desde as primeiras notícias sobre ele – obviamente por causa da presença da Natalie Portman, uma queridinha minha desde sempre. Depois que o filme começou a ser exibido e as críticas começaram a aparecer – uma mais elogiosa do que a outra – a curiosidade ficou ainda maior. Quando saíram as indicações para os primeiros prêmios do ano (Golden Globes e SAG Awards), é claro que eu já estava numa hype sem igual… Até que eu, finalmente, consegui assistir ao filme…

(não entremos em detalhes sobre o “como”, pode ser? =-P)

A história parece simples e esperada: uma cia de dança nova-iorquina, comandada por um francês daqueles bem exigentes, vai fazer uma montagem do famoso balé “O Lago dos Cisnes”. O diretor decide, porém, trocar a já experiente bailarina principal da companhia (interpretada por Wynona Ryder, que me supreendeu porque eu não sabia que ela estava no filme), por um novo rosto. A escolhida é, claro, a personagem da Natalie e ela vai ter que enfrentar todos os tipos de pressão possíveis para se manter no papel.

Não vou entrar em detalhes sobre o enredo do filme, para não estragar a experiência de ninguém que ainda queira vê-lo. Basta dizer que o filme é cheio de tensão e de beleza. Apesar do enredo, como eu já disse, aparentemente simples, é um filme de suspense muito bem escrito, absurdamente bem dirigido e estrelado de forma magistral por Natalie Portman. As dualidades da história, o confronto entre a realidade e a fantasia, aparecem desde o início e nos deixam na ponta da cadeira, quase a roer as unhas a espera da resolução.

O que me surpreendeu de forma muito positiva, foi a atuação da Mila Kunis, como uma das dançarinas da companhia. O que eu conhecia dela era a personagem escrachada na extinta That’s 70’s Show, então confesso que fiquei surpresa com as críticas e as indicações. Depois de ver o filme, porém, eu entendo, perfeitamente. Sua personagem e a personagem da Natalie são completamente opostas e elas duas interpretam esses papéis de forma indiscutível…

Resumindo, é um filme imperdível para quem gosta de boas histórias, maravilhosamente dirigidas e incrivelmente interpretadas. Acredito que seja ainda mais atrativo para quem tenha algum tipo de relacionamento com o mundo da dança – que, pelo pouco que eu conheço, é realmente um mundo bastante competitivo e complicado – mas eu garanto que, mesmo quem não tem nenhuma noção do que é essa realidade – tipo eu, que nem dançar sei – vai terminar o filme sem palavras…

Minha reação inicial quando o filme terminou? Eu fiquei – literalmente e sem exageros – boquiaberta…

(o filme tem previsão de estreia, aqui no Brasil, na primeira semana de fevereiro… Se eu souber de mais detalhes, edito aqui…)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Alice no País das Maravilhas

"Off with their heads!!!"


Quem me conhece, sabe que eu sou uma apaixonada por Alice no País das Maravilhas há muito tempo. Eu não tenho certeza de como isso aconteceu, mas acho que foi por meio de um livro da Disney, que a minha avó tinha na escola e inglês dela quando eu era pequena. Acho que foi o primeiro contato que eu tive com a história. Depois houve, é claro, o clássico desenho da Disney, que acho que todo mundo escolheu e pelo qual todo mundo se apaixonou...

Quando entrei na faculdade foi que peguei os livros - originais, na língua do próprio - para ler pela primeira vez. E, wow, foi ainda mais apaixonante. Junto com "Wuthering Heights" (O Morro dos Ventos Uivantes, em português) minha aula de Alice/Lewis Carroll foi uma das melhores aulas de Literatura Inglesa a que assisti na faculdade. Entender todas as nuances que ele colocou naquela história aparentemente infantil foi uma coisa incrível e apaixonante e só aumentou o meu amor e meu respeito pela história.

É claro que, quando li que o Tim Burton (um dos meus diretores de cinema preferidos) estava trabalhando em uma adaptação de Alice in Wonderland e que ele trabalharia, uma vez mais com o Danny Elfmann (um dos meus compositores de cinema preferidos) e com Johnny Depp (nem preciso explicar, right?) minha empolgação foi das maiores possíveis. Eu não preciso de muito pra surtar, mas ai as pessoas resolvem juntar tudo que eu gosto num filme, fica difícil se controlar, né? =-P

Cheguei ao ponto de praticamente decorar os trailers/teasers do filme, de tanto que assisti. E, claro, fiquei mais do que irritada quando fiquei sabendo que a data de estréia aqui no Brasil tinha sido adiada em quase dois meses, sabe-se lá porque.

A espera foi grande, a expectativa também. Por vários motivos, eu não consegui ir ao cinema quando estreou e eu tive outras diversas dificuldades pra conseguir ir assistir. Então, no fim das contas, todas as pessoas que eu conheço acabaram indo antes de mim, e eu sou tão neurótica que não permiti que nenhuma delas sequer reagisse. Não queria detalhes e não queria nem saber se elas tinham gostado ou não - porque reação é spoiler e eu queria entrar no filme com apenas os meus pensamentos, idéias e expectativas. E valeu a pena...

Pelo que eu li por aí, já deu pra ver que o filme não foi 100% aceito. E eu me lembro de ter passado os olhos por algumas pessoas falando um monte do filme no twitter nas semanas que se passaram. Não lembro direito o que e nem quem, mas lembro de ter ficado surpresa com a pessoa... Oh, well, se eu tiver paciência eu volto e procuro, senão nevermind. O fato é que sim, eu gostei E MUITO de Alice. Pra ser sincera, superou minhas expectativas, se é que isso era possível.

Desde o princípio, eu sabia que o filme não seria bem aceito pela maioria das pessoas. Ainda me lembro dos infinitos comentários quando as primeiras imagens saíram... Quando saíram os trailers, então, o que tinha de gente falando... O problema é que, desde o início, o Tim Burton deixou bem claro que ele trabalharia com os personagens do originais, se BASEANDO no original, mas não recriando a história. Nunca foi intenção dele contar a mesma história e quem conhece o trabalho dele não deve ter ficado surpreso com isso. A própria adaptação dele de "A Fantástica Fábrica de Chocolate" tem pouco a ver com a primeira versão - um cara com a criatividade que ele tem, costuma fazer o que bem entende com seus trabalhos. E, confesso, é por isso que eu o adoro.

Voltando a Alice, então. Será que se eu falar genial várias e várias vezes vou perder a razão? Hehehe. Adorei a forma como a história foi abordada. Acho interessante ver uma Alice mais velha - e quase corrompida pela sociedade adulta - voltando a Underland (ou Wonderland, como ela chamava quando criança) e repetindo para si mesma, várias vezes, que está em um sonho. As repetições constantes, para si mesma e para os outros, são um claro reflexo do "mundo adulto": se é diferente, se não é normal, então com certeza não é real.

E é natural que, apesar das coisas que vive, Alice prenda-se a essa ideia até o final, é o que os adultos aprendem a fazer, foi o que ela escutou a vida inteira, enquanto crescia. A tal "filosofia" se reflete até mesmo na tão esperada batalha final, quando ela cita as coisas "impossíveis" - tudo real dentro daquele universo que ela cresceu pensando ser imaginação dela - ao mesmo tempo em que luta e faz aquilo que, na vida real, ela nunca seria capaz de fazer. É um grande simbolismo - como o livro original também de outras formas - e Tim Burton foi genial em tratar desse assunto da forma que o fez.

Junto com um ótimo roteiro que soube utilizar todas as nuances do original numa história absurdamente inovadora, ainda podemos aproveitar as vozes de atores maravilhosos como o Alan Rickman (no papel de Absolem, a sábia lagarta azul) ou o Stephen Fry (incrível na voz do Cheshire Cat). Isso sem contar as atuações sempre fantásticas de Johnny Depp e Helena Boham-Carter, figurinhas quase sempre presentes nos filmes de Tim Burton, mas que nunca decepcionam - seus Mad Hatter e Red Queen (Chapeleiro Maluco e Rainha Vermelha) estão no centro da ação e ditam o ritmo e o nível do filme, com frases marcantes e interpretações sempre além do comum. Soma-se a isso tudo a trilha sonora do Danny Elfman e, pronto, você tem um sucesso. Fato indiscutível, na minha opinião.

Então, sim, eu aplaudo de pé a adaptação do Tim Burton e, uma vez mais, a coragem que ele tem de fazer coisas diferentes. Quem foi ao cinema esperando acompanhar uma coisa bonitinha, como aquela famosa animação da Disney, provavelmente saiu do cinema decepcionado. E eu entendo porque, apesar de não entender o que faria essa pessoa ir assistir à esse filme com essa mentalidade. Eu acho, sinceramente, que quem é fã do trabalho do diretor, não se decepcionou. E quem, como eu, além de ser fã do diretor é também fã da história, saiu do cinema com a sensação de que conquistou mais um filme favorito... Já pensando em quando vai ver de novo...